Ipsep e AAB despontam como os bairros mais infectados de ST

Matéria do farol


O IPSEP ainda é o bairro com mais vítimas, somando 1.233 infectados, o distrito com mais casos é Varzinha com 105 infectados, e o Sítio do Bom Sucesso tem 29 positivados, número alarmante comparado aos outros sítios da região.

Abaixo veja os números mais preocupantes da Capital do Xaxado.

Vereador Joãozinho Novaes e Dr. Aluízio Freire, parabenizam o Dep. Gonzaga Patriota pelo seu aniversário

 

O vereador Joãozinho Novaes e Dr. Aluízio Freire, parabenizam o Deputado Federal Gonzaga Patriota, pela passagem do seu aniversario.

Ajude: Florestano necessita de doação de sangue. HEMOPE de Serra Talhada

 


Familiares de Leonardo Menezes das Neves de 32 anos, pedem ajuda a todos da região que possam doar sangue para ele. Leonardo se encontra internado com sérios problemas renais em Serra Talhada, no Sertão do Pajeú.

Liminar impede que Renan Calheiros assuma relatoria da CPI da Covid

 

A Justiça Federal de Brasília determinou que o senador Renan Calheiros (MDB-AL) não poderá ser relator da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Pandemia, que está marcada para ser instalada nesta terça-feira (27) no Senado. A justiça acolheu uma ação popular ajuizada pela deputada Carla Zambello (PSL-SP). As informações são da CNN Brasil.

PALAVRA DO DIA - DEUS ESTÁ COM VOCÊ!

 


Não fiquem com medo, pois estou com vocês; não se apavorem, pois eu sou o seu Deus. Eu lhes dou forças e os ajudo; eu os protejo com a minha forte mão. (Isaias 41:10)

A guerra pela impressão do voto e a busca por uma terceira via alternativa a Bolsonaro e Lula

 


 

Por Jorge Serrão*

É precipitado, até leviano, especular tão cedo sobre a sucessão presidencial de 2022. O problema é que tal processo já foi deflagrado, prematuramente, desde quando Jair Messias Bolsonaro e Antônio Hamilton Mourão venceram, de forma surpreendente, a eleição de 2018. O sentimento anti-petralha e a facada de 6 de setembro (que desarvorou os adversários e impediu que a vítima quase fatal participasse dos debates em que poderia sofrer desgastes de imagem) foram decisivos para a vitória, junto com a promessa de um governo de transição, que faria reformas estruturais importantes e imprescindíveis. A recente decisão do Poder Supremo, que reabilitou Luiz Inácio Lula da Silva para retornar ao xadrez (eleitoral), apenas acelerou o processo da prematura sucessão. Lula Livre já saiu comemorando e se credenciando como candidatíssimo a retornar ao Palácio do Planalto. Como esperado no roteiro do faroeste tupiniquim, já saiu mandando bala em Bolsonaro. Proclamou que toparia colocar seu santo nome à disposição para competir contra quem ele e a propaganda esquerdopática definem como “fascista”, “genocida” e “maior responsável pelas mortes por Covid 19”. A Petralhândia só pensa naquilo: o vírus “Bozo 2022”…

A polarização Lula x Bolsonaro (ou vice-versa) só tem um pedregulho no meio do caminho: a vontade do establishment. Aparentemente, o sistema oligárquico que comanda o Brasil não deseja nem um nem outro na presidência a partir de 2022. O Estamento Burocrático não deseja que Bolsonaro sofra impeachment, mas também não quer que ele se reeleja. O Mecanismo fará de tudo para que Bolsonaro sofra desgastes, constantes e crescentes, até o fim deste mandato. Da mesma forma, não interessa ao sistema de poder um retorno de Lula ao Palácio do Planalto. Agora, o desgastado condenado é usado apenas como um fantoche para acirrar a polarização política com Bolsonaro, para desgastar ainda mais a imagem dele.

Enquanto a guerra se polariza entre a petralhândia e o bolsonarismo, a oligarquia tupiniquim tenta construir e viabilizar um personagem de centro (esquerda) para disputar e vencer a eleição de 2022. Até agora, a figura é um sujeito oculto. Mas o personagem será construído, financiado e viabilizado até a hora da decisão final de uma eleição que deverá contar com três concorrentes em condições de receber a maioria dos votos de um eleitorado altamente polarizado, insatisfeito e repleto de dúvidas sobre o futuro imediato. O resultado eleitoral de 2022 vai depender, muito, do ambiente econômico. Por enquanto, desfavorável (sobretudo a Bolsonaro). Só que tudo pode mudar. Se a economia e a percepção social for de melhora do emprego e da geração de renda, Bolsonaro figura como favorito. Do contrário, o flanco fica aberto para Lula e, principalmente, para um nome de “terceira via” (centro-direita ou centro-esquerda) ainda indefinido.

Além da economia e do establishment que não deseja Lula nem Bolsonaro, vem aí o maior embate político do bolsonarismo contra o Poder Supremo: a impressão de voto nas urnas eletrônicas. O Tribunal Superior Eleitoral (TSE), que será presidido por Alexandre de Moraes, não quer essa “inovação”. O Supremo Tribunal Federal (STF) tende a sabotar a conferência física do voto que o Congresso pode aprovar na base da pressão popular. Bolsonaro, seus filhos políticos e a deputada Bia Kicis (presidente da Comissão de Constituição e Justiça da Câmara Federal) lideram uma campanha nas redes sociais a favor do voto impresso. O STF rejeita a mudança, que pode ser imposta legalmente, mas terminar considerada “inconstitucional” por ampla maioria dos 11 integrantes da Corte. Uma grande batalha suprema se avizinha.

Depois que o pau comer, vai se acelerar o complexo processo para “invenção” do personagem que representará a eventual “terceira opção”. Se Bolsonaro perder a batalha pela conferência do voto, sua situação eleitoral tende a se complicar. A petralhândia está fechadinha com o STF para barrar a possibilidade do voto impresso pela urna eletrônica. Por enquanto, ainda é muito baixa a pressão popular a favor da mudança imprescindível para a transparência e plena segurança do voto no Brasil. Apuração de voto sem recontagem, com resultado dogmático e sem questionamento, é antidemocrática. O processo não pode ser atrapalhado pelo Sistema de Tutela Federal e seu Trâmite Sigiloso Eleitoral.

*Comentarista politico da Rádio Jovem Pa

“Complique não!”: Pequenas Reflexões para Grandes Transformações com padre José Nilton; ouça


  
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Foto: reprodução

Conselho não falta, paciência tem de sobra, exemplo a ser observado é só o que tem, mesmo assim, tem gente tão “cabeça dura” e mente tão fechada que não muda porque realmente se acostumou a viver do jeito que bem quer. Todo mundo precisa de ajuda. Tem gente que sofre, passa por problemas porque não teve a ajuda que precisou. Mas tem gente que é complicado, sofre e faz sofrer, simplesmente porque não aceita ajuda, não quer orientação, não escuta conselhos. Assim a vida se torna difícil pra todos. Ei, complique não! Facilite! A vida pode ser simples e com a ajuda certa você pode superar, melhorar, se libertar, crescer e conquistar muitos objetivos, afinal, você é outro nível.

Ouça abaixo a participação do padre José Nilton no programa Araripina Urgente dessa terça-feira (20) na Rádio Arari FM: